Bernard Payen passa a integrar a curadoria do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba

Bernard Payen é programador na Cinematheque Francaise em Paris. Ele foi curador e coordenador da comissão de curtas metragens da Semana da Crítica (Festival de Cannes) entre 2005 e 2013. Ele também dirigiu os curtas Reminiscence (2006), Portrait of the french filmmaker Damien Odoul (2009), Mister H (2014, gravado no Brasil). Agora ele assume a frente da curadoria dos curtas metragens (Competitiva, Outros Olhares e Mirada Paranaense) do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba.

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Abaixo veja uma breve entrevista sobre as expectativas de Payen sobre este novo desafio.

CIFF: O que você pensou quando recebeu o convite para ser parte da equipe de curadoria do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba?
BP: Eu fiquei muito surpreso com a proposta, agradevelmente surpreso. Eu já conhecia o festival porque estive nele em 2013 como membro do júri. Naquela ocasião eu gostei muito da energia do festival e da qualidade dos filmes exibidos. Eu realmente acreditei nessa possibilidade de ser convidado para trabalhar num festival que eu realmente gosto.

CIFF: Depois de sua experiência durante oito anos como programador da Semana da Crítica (Festival de Cannes), quais são suas expectativas em seu primeiro ano como curador do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba?
BP: Primeiramente eu quero trabalhar com o mesmo espírito de curiosidade e aberto a possibilidades que eu trabalhei na Semana da Crítica. Eu estou muito contente porque este é um novo desafio. É uma oportunidade de construir uma programação de filmes em que os filmes dialoguem entre si da mesma maneira que tenho trabalhado na Cinemateca de Paris. Em oposição a outros festivais que estão crescendo de uma maneira errada, o Olhar de Cinema cresce mantendo a qualidade. Eu sinto que o festival é feito por pessoas que gostam de cinema e querem ajudar e apoiar os realizadores a mostrar seus filmes. É uma maneira de trabalhar que eu gosto muito.

CIFF: Quais são os desafios que você acredita que enfrentará em seu primeiro ano?
BP: O principal desafio é propor uma programação de filmes tão bonita e excitante quanto as que apresentaram as edições anteriores do festival. Haverá muito trabalho, diversos filmes para ver.

CIFF: O que os espectadores e os realizadores podem esperar da seleção dos curtas metragens do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba 2015?
BP: Eu espero que eles https://www.viagrapascherfr.com/prix-viagra-pharmacie-monge/ se surpreendam e se interessem pela diversidade e qualidade dos filmes que iremos selecionar e exibir! É importante ser eclético e será fantástico compartilhar nossas impressões sobre filmes, todos juntos, durante o festival. Mas também é importante para o público e para os realizadores saber porque selecionamos seus filmes. Explicar nossas escolhas. Apresentar os filmes. Acompanhar os realizadores. Eu acredito nisto. Um festival é um lugar onde os filmes devem ser auxiliados e discutidos.

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