Seminário

III Seminário de Cinema de Curitiba

Somente a Palestra do Fundo Setorial do Audiovisual é necessário inscrição prévia. Todas as outras atividades respeitam a lotação dos espaços.

Entrada Franca;.

Palestra – Fundo Setorial do Audiovisual

29/05 (Qui) - 9h
Campus da Indústria Sistema Fiep / Espaço Executivo >> Avenida Comendador Franco, 1341 - Jardim Botânico | Curitiba

A Ancine – Agência Nacional do Cinema, em parceria com o Olhar de Cinema, Festival Internacional de Curitiba e com Sindicato da Indústria Audiovisual do Paraná (Siapar), realiza o Seminário Fundo Setorial do Audiovisual em Curitiba-PR.

O evento conta com a participação da Diretora da Ancine Rosana Alcântara e com o Superintendente de Desenvolvimento Econômico, Marcos Tavolari. O encontro é voltado a profissionais de empresas produtoras, distribuidoras ou programadoras de conteúdo audiovisual, gestores de fundos de investimento com participação do FSA, entre outros. Na pauta, orientações sobre as novas chamadas públicas para desenvolvimento, produção e comercialização de projetos para cinema e TV, além de balanço das ações do Fundo Setorial e destaques das ações do fundo programadas para o segundo semestre de 2014.

Inscrições abertas até o dia 19/05 em www.olhardecinema.com.br/fsa

Cinema de Gênero no Brasil

30/05 (Sex) - 13h30
Livraria Saraiva – Shopping Crystal

O cinema de gênero, produção comumente associado à ideia de cinema comercial, tem nos dias de hoje uma nova florada na produção nacional, encontrando morada notadamente nas comédias (neochanchadas?), nos filmes religiosos e em alguns casos, nos filmes policias e suas variantes. Mas há também um fenômeno novo, um fenômeno que associa gênero e cinema de autor, que apesar de passar à margem do grande circuito exibidor, tem encontrado nos festivais de cinema espaço para estabelecer diálogos com o público.

A presente mesa visa analisar a atual produção nacional sob o prisma dos gêneros cinematográficos, traçando um paralelo com as investidas tupiniquins do passado e refletindo sobre possíveis caminhos futuros para Cinema de Gênero no Brasil.

Paulo Biscaia Filho

Graduado em Artes Cênicas pela PUC-PR e Mestre em Artes pela Royal Holloway University of London. Professor dos Cursos de Teatro e Cinema da Faculdade de Artes do Paraná. Durante 9 anos trabalhou na Cinemateca de Curitiba como Programador e Coordenador. Atua também como diretor, roteirista e editor de audiovisuais e diretor e dramaturgo de montagens cênicas pela companhia Vigor Mortis. Vencedor de 8 prêmios Gralha Azul por montagens como Morgue Story e Graphic. Vencedor de prêmios por seus filmes Nervo Craniano Zero(Melhor Diretor no New Orleans Horror Film Festival e Melhor Filme no Montevideo Fantastico) e Morgue Story (Melhor Filme de Horror no Illinois Film Festival)

Ilana Feldman

Doutora em Cinema pela ECA/USP, com passagem pelo Departamento de Filosofia, Artes e Estética da Universidade Paris VIII. Atualmente, realiza pós-doutorado em Teoria Literária na UNICAMP, com a pesquisa Os diários cinematográficos de David Perlov: do privado ao político, e é curadora do ciclo O Cinema e o Irrepresentável no Centro da Cultura Judaica de SP. Seu livro, Jogos de cena: ensaios sobre o documentário brasileiro contemporâneo, será publicado em 2014 pela editora Contraponto.

André Gatti

Pesquisador cinematográfico, professor universitário . Fez mestrado na Eca/Usp e doutorado no Iar/Unicamp. Tem livros, artigos e capítulos publicados no Brasil e no exterior. Recentemente, tem atuado como ator de filmes independentes brasileiros, tais como Avanti Popolo, de Michael Wahrmann e O tempo não está no lugar em que estamos, Dellani Lima.

Masterclass – O ator Jean-Claude Bernadet

31/05 (Sáb) - 14h
Espaço Itaú de Cinema (Sala 02) – Shopping Crystal

Masterclass com Jean Claude Bernadet, com exibição do curta A navalha do avô, de Pedro Jorge, onde atuou como protagonista.

 

Jean-Claude Bernadet

Professor emérito da ECA/USP. Ex-professor da UnB. Autor de ensaios sobre cinema: Brasil em tempo de cinema, Cinema brasileiro: propostas para uma história, Cineastas e imagens do povo, Caminhos de Kiarostami. Co-autor dos roteiros: O caso dos Irmãos Naves (Luiz Sergio Person 1968), Um céu de estrelas (Tata Amaral 1995), Através da janela (Tata Amaral 2000), Hoje (Tata Amaral 2011), Periscópio (Kiko Goifman 2012). Diretor de: São Paulo sinfonia e cacofania (1995), Sobre anos 60 (1999). Ator, entre outros: Ladrões de cinema (Cony Campos 1977), Disaster movie (Wilson Barros 1985), Filmefobia (Kiko Goifman 2008), Periscópio (Kiko Goifman 2012), Plano B (Getsemani e Santiago 2012) O homem das multidões (Marcelo Gomes e Cão Guimarães 2013), A navalha do avô (Pedro Jorge 2013), Amador (Cristiano Burlan 2014) Pingo d’água (Taciano Valério 2014), Hamlet (em produção, Cristiano Burlan 2014).

Lançamento de Livros

01/06 (Dom) - 13h30
Livraria Saraiva – Shopping Crystal

Introdução ao Desenho de Som -Uma Sistematização Aplicada na Análise do Longa Metragem Ensaio Sobre a Cegueira | de Débora Opolski
O livro apresenta uma reflexão sobre um processo de construção do desenho de som. Estruturado sob a forma de relato de experiência e análise comparativa, discute o processo de criação sonora, levantando a questão da contribuição do desenho de som para o discurso narrativo cinematográfico. Dividido em duas partes, temos na primeira a explicação de um processo de edição de som de forma detalhada, discutindo a importância da pós produção e a influência que esta exerce sobre o modo como o filme é percebido pelo espectador. Apresenta métodos e objetivos para a edição de diálogos, foley e efeitos sonoros. Na sequência, temos a análise da pós produção de som do filmes Ensaio sobre a cegueira, nos ambientes, nos sound effects e na música.

Lei da Ancine Comentada (MP N º 2.228-1/01) | de Marcelo Ikeda
A Medida Provisória nº 2.228-1/01 estabelece uma nova forma programática de apoio do Estado brasileiro ao audiovisual. Além de outras medidas, cria um novo órgão central – a Agência Nacional do Cinema (Ancine) – como um órgão de regulação, fomento e fiscalização do mercado audiovisual brasileiro. Nesta publicação inédita, Marcelo Ikeda comenta detalhadamente esse importante marco legal, descrevendo, artigo a artigo, suas principais aplicações, desvendando para o leitor as implicações de cada um dos preceitos estabelecidos pela lei.

Leis de Incentivo Para o Audiovisual – Como Captar Recursos Para o Projeto de uma Obra de Cinema e Vídeo | de Marcelo Ikeda
O caminho mais comum para a realização de filmes de longa-metragem e outras obras audiovisuais no Brasil é a captação de recursos pelas leis de incentivo fiscais. No entanto, o caminho é confuso, pois existe um conjunto de mecanismos de incentivo e a leitura da legislação e dos regulamentos disponíveis é árida. Este livro, portanto, funciona como um manual que desvela para o leitor as características e o funcionamento de cada mecanismo de incentivo e Funcines, além de apresentar o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e os mecanismos automáticos, como o Prêmio Adicional de Renda (PAR) e o Adicional de Qualidade (PIQCB).

Débora Opolski

Professora da UFPR, atua principalmente com edição de som para cinema e televisão. Dentre os trabalhos mais significativos destaca-se participação na equipe de edição de som dos filmes: Dois filhos de Francisco (2005), O cheiro do ralo (2006), Tropa de elite 1 e 2 (2007 e 2010) e Ensaio sobre a cegueira (2008). Possui graduação e mestrado em Música na UFPR e atualmente é doutoranda do programa de Pós Graduação em Comunicação e Linguagens na UTP.

Marcelo Ikeda

Professor do Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC). Autor (com Dellani Lima) do livro Cinema de garagem. Autor dos livros Lei da Ancine comentada e leis de incentivo para o audiovisual. Curador da Mostra do Filme Livre desde 2003. Crítico de cinema, mantem o site www.cinecasulofilia.blogspot.com. Realizou diversos curtas metragens, como Eu te amo (2005) e Carta de um jovem suicida (2008).

Curadoria em Festivais

02/06 (Seg) - 13h30
Livraria Saraiva – Shopping Crystal

Sabe-se que a exposição que um filme recebe em determinados festivais de cinema são determinantes para sua posterior carreira mundo a fora. Temos ao menos uma dúzia de grandes festivais no mundo que hoje em dia servem como plataforma de lançamento de filmes de diretores consagrados, mas que ainda se ocupam em descobrir propostas cinematográficas novas e instigantes. Partindo desta premissa, pergunta-se: Quais os festivais mais interessantes para colocar um filme hoje em dia? E dentro deles, quais mostras se prestam melhora para cada tipo de filme? Existe um perfil curatorial identificável nestes festivais? O que faz de certos filmes grandes sucessos em festivais autorais e qual o reflexo de sua escolha por um determinado festival em seu lançamento comercial?

Diego Lerer

Crítico e editor da seção Clarín Film, entre 1992 e 2012. Bacharel em Ciências da Comunicação, Diego foi também professor de semiótica no Centro de Investigación Cinematográfica. Foi bolsista no Journalism Fellowship Program da Universidad de Michigan, é coautor e editor do livro Nuevo cine argentino. É presidente da Fipresci-Argentina e foi vice-presidente dessa federação no âmbito internacional. Ele tem um blog chamado Micropsia e escreve para a Inrockuptibles y Otros Cines, entre outros.

Charlene Dinhut

Charlene Dinhut trabalha no Centro Pompidou, mais especificamente no Hors Pistes. Hors Pistes foi concebido como um evento de 15 dias dedicado à exibição de filmes e exploração de formas narrativas e arte contemporânea. Em 2013 Hors Pistes começou a apresentar trabalhos que ajudou a produzir, trabalhos estes que combinavam filme e performance ao vivo, sendo que alguns desses foram também concebidos como etapas de filmes em andamento. Charlene Dinhut também atua como curadora de cinema no Museum for Hunting and Nature, um local inesperado para a arte contemporânea.

Andrea Stavenhagen

Trabalhou na Direção de Curta-Metragem do IMCINE e foi Subdiretora do Centro de Capacitación Cinematográfica. Dirigiu a seção de Indústria no Festival de Guadalajara, a cargo do Encontro de Coprodução e de outras atividades para profissionais do cinema. Codirigiu a Oficina MoreliaLab, iniciativa fundamental para profissionalização de produtores. Foi jurada em vários festivais; é delegada para a América Latina no Festival de San Sebastián, assim como colaboradora nos festivais de Morelia e Sarajevo.

Agnès Wildenstein

Nasceu na França, morou em Paris e atualmente mora em Lisboa, Portugal. Trabalhou por 10 anos na Cinemateca Francesa e 12 anos no Locarno International Film Festival, como programadora. É membro permanente do júri do Jean Vigo Prize. É atualmente programadora associada do DocLisboa.

Eduardo Valente

Graduado em cinema pela UFF-RJ, seu trabalho de formatura, o curta metragem Um sol alaranjado, recebeu em 2002 o primeiro prêmio da Cinefondatión, competição de filmes de escola do Festival de Cannes. Seus dois curtas seguintes (Castanho e O monstro) também foram exibidos em Cannes em diferente mostras. Seu longa de estreia No meu lugar participou da seleção oficial do mesmo festival, fora de competição. Além de realizador, foi editor da revista de crítica de cinema Cinética. Curador e organizador de mostras e festivais de cinema; e ministrou oficinas de roteiro, crítica, direção e linguagem cinematográfica. Atualmente é Assessor Internacional da Ancine.

Ciclo de Palestras Sebrae para o audiovisual

02/06 (Seg) a 04/06 (Qua)
Cinemateca de Curitiba

PALESTRA MINHA IDEIA É UM BOM NEGÓCIO?
02/06 (Seg)
Das 9:00 às 10:00

Apresentando o conceito de inovação em modelo de negócios (CANVAS)

EMPREENDEDOR INDIVIDUAL – BENEFÍCIOS DA FORMALIZAÇÃO
02/06 (Seg)
Das 10:30 às 11:30

O objetivo dessa palestra é apresentar aos participantes os benefícios advindos da nova figura do Empreendedor Individual como mecanismo de formalização e fomento empreendedorismo, inclusive em relação a produtos e serviços desenvolvidos especificamente para esse público.

SEI EMPREENDER
03/06 (Ter)
Das 9:00 às 12:00

Essa oficina tem por objetivo contribuir para que o Empreendedor Individual se reconheça como um empreendedor e se sinta capaz de fortalecer seus negócios elevando sua autoestima, praticar atitudes empreendedoras no seu negócio e responsabilidade pelas decisões tomadas.

WORKSHOP MINHA IDEIA É UM BOM NEGÓCIO?
04/06 (Qua)
Das 9:00 às 12:00

O objetivo dessa oficina é mostrar a importância da visualização sistêmica de uma ideia através de um modelo de negócios e refletir sobre a relevância da proposta de valor da sua ideia. Além disso, a proposta é mostrar na prática o funcionamento da ferramenta Canvas, para desenvolver a sua ideia através de um modelo de negócios e realizar a analise da viabilidade conceitual de uma ideia.

O Ator e seus Processos

03/06 (Ter) - 13h30
Livraria Saraiva – Shopping Crystal

Quais são os caminhos possíveis para que o ator encontre o personagem? Como se dá a interlocução entre ator e realizador na construção da dramaturgia do personagem? Quando o ator se torna autor? As técnicas e práxis do ator de cinema numa conversa sobre trajetórias pessoais.

Paulo Sacramento

Formado em Comunicação Social com Habilitação em Cinema pela ECA/USP, dirigiu,produziu e montou os curtas AVE e Juvenília. Dirigiu o premiado documentário O prisioneiro da grade de ferro. Produziu e montou os longas-metragens Amarelo manga, A concepção e Encarnação do demônio. Montou os longas-metragens Cronicamente inviável,Tônica dominante, Quanto vale ou é por quilo?, Querô, Chega de saudade, É proibido fumar e Meu país. Produziu o documentário O aborto dos outros. Foi presidente da ABD-SP em 1997, lecionou Montagem Cinematográfica na ECA/USP e integra o conselho consultor da Cinemateca Brasileira.

Nash Laila

Realizou um curso de formacao de ator por três anos na hiperion escola de artes e a montagem de A lição e valsa n. 6, com direcao de Jorge Clesio. Deserto feliz foi o primeiro filme em 2005, dir. Paulo Caldas. Estudou artes cenicas na UFPE e na Blaise Pascal em Clermont Ferrand (FRA). Atuou também nos filmes O país do desejo, Tatuagem e Amor, plástico e barulho e desde 2012 integra o elenco da Cia Teatro Oficina Uzyna Uzona, onde acaba de estrear na sua quinta montagem.

Mayana Neiva

Mayana Neiva é atriz e escritora. Formou-se pela San Francisco State University na California em Teatro e na Puc SP em Letras e Filosofia. Trabalhou com Teatro Oficina, Centro de Pesquisa Teatral CPT do renomando diretor Antunes Filho e é co-fundadora do Nucleo de pesquisa Transfugas no Grupo de Teatro XIX em Sao Paulo. Na Rede Globo protagonizou A pedra do reino, de Luiz Fernado Carvalho, e Amor eterno amor, de Rogerio Gomes. Na mesma emissora tambem fez Som e furia, Queridos amigos, Tititi, Dalva e Herivelto, Derci de verdade, Cordel encantado, Sangue bom, dentre outros. No cinema fez Infância clandestina, de Benjamin Avila, Os normais, O vendedor de passados, O tempo que leva e O homem que matou minha amada morta. É autora do livro infantil Sofia.

Letícia Sabatella

Leticia Sabatella, Atriz, Cantora, Compositora e Diretora. Iniciou seus estudos aos 8 no Ballet Teatro Guaíra até tornar-se bailarina profissional. Aos 14 começou a estudar teatro e integrar o Coral Sinfônico do Paraná. Atuou em várias montagens teatrais, e no cinema como em Chatô, Xangô de Baker Street, Romance e Não por acaso. Na televisão, participou em papéis de grande destaque, das séries: A muralha, JK, Um só coração, Hoje é dia de Maria, e varias novelas.

Fernando Alves Pinto

Fernando Alves Pinto, ator, começou carreira no espetáculo Despertar da primavera no Theatro São Pedro - RS em 1988, sob a direção de Ulisses Cruz, e entrou no cinema nacional como protagonista de Terra estrangeira, de Walter Salles e Daniela Thomas, de 1995. Seguido de uma longa lista de montagens teatrais como Esperando Godot e Ham-let, por Zé Celso Martinez Correia, e A mulher que ri, por Yara Novaes, e cinema como Tônica dominante, de Lina Chamie, e 2Coelhos, de Afonso Poyart.

Aly Muritiba

Graduado em História pela USP, especialista em Comunicação e Cultura pela UTFPR, Aly Muritiba é diretor, produtor e roteirista de cinema. Seu curta metragem A fábrica recebeu mais de 60 prêmios, sendo pré selecionado ao OSCAR em 2013. Seu curta metragem seguinte, Pátio venceu o festival É Tudo Verdade em 2013 e esteve em inúmeros festivais internacionais, dentre eles, IDFA e a Semana da Crítica em Cannes. Seu roteiro de longa metragem O homem que matou a minha amada morta recebeu o Global Filmaking Award do Sundance Institut em 2013. Além de realizador, é curador e organizador de mostras e festivais de cinema; diretor do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba.

Concurso de Pitchings – Núcleo de Dramaturgia do SESI-PR

04/06 (qua) - 14:00
Centro Cultural Sesi Heitor Stockler de França (Av Marechal Floriano Peixoto, 20 – Curitiba-PR)

Banca Avaliadora

Bettina Steinbrügge é diretora do Kuns tverein em Hamburgo (Alemanha). Desde 2007 Steinbrügge realiza a co-curadoria do Forum Expanded no Festival Internacional de Berlim.

Jacobine van der Vloed atua como consultora de mídia freelance, orientadora e instrutora. Trabalhou por mais de dez anos para o Festival de Rotterdam.

Gustavo Beck é o Programador da sessão competitiva Novos Olhares do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba. Ele também atua como Consultor de Programação para o Edinburgh International Film Festival e colabora como curador independente de cinema e vídeo para institutos e galerias.